TÍTULO OUTORGADO EM 11/08/2010.
BLOG ATIVADO EM 28/11/2010.

O BRASÃO - Reg FBN 599.441

DESCRIÇÃO DO BRASÃO

**TOP BANNER: O Título Honorífico ► Barão de Burity ◄

**Encimando o ELM:

• ► O Pelicano ◄– indicando o amor e a caridade ao próximo.

**CHEST:

•► Um buritizeiro ◄ – em alusão à genealogia do nome.

•►Uma ampulheta ◄ – em alusão ao tempo que voa e a vida humana que se escoa, semelhante ao cair da areia.

•► Uma âncora ◄ – como emblema de uma esperança bem fundamentada e de uma vida bem empregada.

** BOTTON BANNER – a expressão latina Nulla dies sine linca ◄ – lema de Plínio – Representativa da vontade para que não se passe um dia sem escrever alguma coisa.

*AS CORES

Branca e vermelha

• ► Branca ◄ – em alusão ao triunfo dos eleitos e dos anjos.

• ► Vermelha ◄ em alusão ao zelo.

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(Idealizado pelo condecorado)



Um brasão (brasão de armas ou cota de armas), na tradição européia, é um desenho especificamente criado - com a finalidade de identificar indivíduos, famílias, clãs, cidades, regiões ou nações.

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A partir do século XIX, com a ascensão ao Poder da Burguesia e o declínio da Aristocracia, o Brasão foi perdendo a sua importância.

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CRÉDITO DE IMAGENS.
Algumas obtidas na internet e alteradas com programa de edição de imagem.
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A vida é uma jornada interessante, você nunca sabe onde ela te leva. Tropeços e valores. Reviravoltas. Você fica surpreso com sua vida. Às vezes, no caminho que você está seguindo, você pode pensar: "Este é o pior momento da minha vida".
Mas quer saber ? No final do caminho, das diversidades mais difíceis, para você conseguir o que você quer ser, você se lembra que o que não te mata o torna mais forte. E agora as diversidades não importam. Na espera para atingir o topo
você faz qualquer coisa. Mais alto que você queira que a tua vida esteja, mais alto você tem que ir. Sim, é meu dilema ! O que você tem que fazer para chegar mais longe em sua vida, é começar a olhar para o que você tem e agradecer o que você conseguir. Faça isso ! A vida é uma jornada, não um aleatório destino.
Ontem egresso da Baixada Fluminense... Um ex-Marujo... Hoje, de bem como a vida - acordado e energizado - acima de tudo agradecido a Deus por tudo que tenho e sou. Não há como renegar as minhas origens. Quem renega as suas origens, nega a si mesmo.

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CURRENT MOON

Palavras de Nelson Madela

Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião.
Para odiar, as pessoas precisam aprender e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.

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Palavras de C. Chanel

"O mais corajoso dos atos é ainda pensar com a própria cabeça."

segunda-feira, 14 de maio de 2012

ONDE ESTÃO OS LIMITES???

Onde estão os limites???
Por: ALESSANDRA LELES ROCHA





Nas inevitáveis observações cotidianas, algo tem se mostrado cada vez mais enfático para mim: vida e limite são sinônimos. Não se trata de pensar apenas na finitude da vida, ou seja, a morte; mas, em todas as faces desse enigmático prisma. Da menor partícula constituinte da matéria, o átomo, há limites para defini-lo em núcleo e eletrosfera. Cada uma de nossas células, por sua vez, está devidamente envolta por uma membrana. Nossa pele, maior órgão do corpo humano, também delimita nossa forma e nos permite viver em um ambiente repleto de elementos diversos. Sem limites a vida seria disforme, irreconhecível, disfuncional; portanto, ela só existe graças a eles!
Mas, na contramão do óbvio e inevitável, a humanidade tem encontrado imensa dificuldade quando o assunto é limite. Se acotovelando daqui e dali, sem muito espaço para bom senso e boa educação, o ser humano vive como se estivesse sozinho no planeta e pudesse agir no impulso de suas vontades. Os limites sociais estabelecidos nas leis, nos códigos, nos manuais, parecem obsoletos e incapazes de exercer sua função com eficácia. O primitivismo individualista da raça humana, indomado pela razão, reluz a flor da pele e entorpece os sentidos para não reagir à lucidez e não reconhecer os anseios e necessidades coletivos. É a fúria dos egos disputando territórios!
Ao contrário de pensar se “eu devo”, as pessoas pensam “eu posso” porque “eu quero”. Então, EU POSSO dirigir embriagado porque EU QUERO; EU TENHO pleno controle da situação. EU POSSO “furar” a fila porque EU QUERO; A MINHA pressa é maior. EU POSSO desrespeitar o professor (a) porque EU QUERO; afinal, quem paga o salário dele (a) são meus pais (ou EU mesmo). EU POSSO ser indelicado (a) com o funcionário (a) da loja porque EU QUERO; “o cliente sempre tem razão”. EU POSSO bisbilhotar a vida alheia porque EU QUERO. EU POSSO... EU POSSO... Até o dia, em que o outro decide fazer o mesmo com relação a você; então, o SEU LIMITE passa a ser afetado diretamente, causando um tremendo desconforto e mal estar.
De repente, tal como um passe de mágica, a percepção da importância do limite se torna palpável. Os limites existem para nos proteger, não simplesmente dos ataques os quais nós mesmos somos os maiores fomentadores; mas, para agirem como um alerta de que não podemos atirar flechas sem que haja uma resposta na mesma proporção e intensidade. Os limites servem para nos relembrar a todo instante que cuidar da própria vida já é tarefa demasiada para se ocupar com a dos semelhantes. Nascemos com a obrigação vital de alongar os nossos limites físicos, cognitivos e evolutivos; o que representa um desafio e tanto para demandar tempo com interesses difusos. Não são os outros o nosso maior obstáculo ou desafio; somos nós mesmos, com nossas neuroses, pequenezes, limitações, dualismos e complexos. O famoso Eu, que tanto gostamos de falar, é sem dúvida alguma a voz mais assustadora e avassaladora dos nossos caminhos; pois, comanda sem resistência a fortaleza de nosso inconsciente.
Se a raça humana pretende permanecer sobre a Terra por mais tempo há de admitir, reconhecer e respeitar a existência dos limites; a começar do limite geográfico que confina bilhões de pessoas nos parcos espaços de terra disponíveis. A água potável também caminha para o limite do racionamento; assim como, os alimentos. A economia mundial luta para reencontrar os limites para sua sustentabilidade. O meio ambiente clama pela preservação dos limites de sua sobrevivência. ... De uma forma ou de outra o espelho sempre nos mostra onde estão os limites; é só abrir os olhos, a mente e a alma para conviver com eles em harmonia e paz de espírito.

(Publicado em http://www.paralerepensar.com.br/paralerepensar/texto.php?id_publicacao=24611)