TÍTULO OUTORGADO EM 11/08/2010.
BLOG ATIVADO EM 28/11/2010.

O BRASÃO - Reg FBN 599.441

DESCRIÇÃO DO BRASÃO

**TOP BANNER: O Título Honorífico ► Barão de Burity ◄

**Encimando o ELM:

• ► O Pelicano ◄– indicando o amor e a caridade ao próximo.

**CHEST:

•► Um buritizeiro ◄ – em alusão à genealogia do nome.

•►Uma ampulheta ◄ – em alusão ao tempo que voa e a vida humana que se escoa, semelhante ao cair da areia.

•► Uma âncora ◄ – como emblema de uma esperança bem fundamentada e de uma vida bem empregada.

** BOTTON BANNER – a expressão latina Nulla dies sine linca ◄ – lema de Plínio – Representativa da vontade para que não se passe um dia sem escrever alguma coisa.

*AS CORES

Branca e vermelha

• ► Branca ◄ – em alusão ao triunfo dos eleitos e dos anjos.

• ► Vermelha ◄ em alusão ao zelo.

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(Idealizado pelo condecorado)



Um brasão (brasão de armas ou cota de armas), na tradição européia, é um desenho especificamente criado - com a finalidade de identificar indivíduos, famílias, clãs, cidades, regiões ou nações.

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A partir do século XIX, com a ascensão ao Poder da Burguesia e o declínio da Aristocracia, o Brasão foi perdendo a sua importância.

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CRÉDITO DE IMAGENS.
Algumas obtidas na internet e alteradas com programa de edição de imagem.
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A vida é uma jornada interessante, você nunca sabe onde ela te leva. Tropeços e valores. Reviravoltas. Você fica surpreso com sua vida. Às vezes, no caminho que você está seguindo, você pode pensar: "Este é o pior momento da minha vida".
Mas quer saber ? No final do caminho, das diversidades mais difíceis, para você conseguir o que você quer ser, você se lembra que o que não te mata o torna mais forte. E agora as diversidades não importam. Na espera para atingir o topo
você faz qualquer coisa. Mais alto que você queira que a tua vida esteja, mais alto você tem que ir. Sim, é meu dilema ! O que você tem que fazer para chegar mais longe em sua vida, é começar a olhar para o que você tem e agradecer o que você conseguir. Faça isso ! A vida é uma jornada, não um aleatório destino.
Ontem egresso da Baixada Fluminense... Um ex-Marujo... Hoje, de bem como a vida - acordado e energizado - acima de tudo agradecido a Deus por tudo que tenho e sou. Não há como renegar as minhas origens. Quem renega as suas origens, nega a si mesmo.

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CURRENT MOON

Palavras de Nelson Madela

Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião.
Para odiar, as pessoas precisam aprender e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.

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Palavras de C. Chanel

"O mais corajoso dos atos é ainda pensar com a própria cabeça."

terça-feira, 29 de março de 2011

ENTREVISTA COM NICK VUJICIC

Assista pelo menos uma vez o vídeo do link


http://www.youtube.com/watch?v=gf3R_6KDf00

Nick Vujicic é uma lição de vida.
Em determinados momentos, vendo este vídeo, senti vergonha de mim mesmo.
O vídeo mostra que não devemos reclamar da vida.
O vídeo pode contribuir para que a visão de algumas pessoas entendam o que é viver a vida.
O vídeo mostra que todos nós vivemos, mas muitos não sabem viver.
O vídeo é um exemplo de superação. Bem como de que todos são capazes, ninguém é melhor que ninguém.
O vídeo simplesmente é maravilhoso!!!!!!!!!!!

domingo, 27 de março de 2011

BONS TEMPOS....

Publicado em
http://alrocha-antenacultural.blogspot.com/

Bons tempos...

Por Alessandra Leles Rocha

É! Cada dia que passa está mais difícil não ser tocado por uma pitada gostosa de nostalgia e imediatamente se questionar por onde andaria aquele tempo em que a vida parecia ter tudo no seu devido lugar; quase um retrato bucólico do cotidiano de cidade pequena do interior.
Bons tempos aqueles em que as horas seguiam tranquilas o seu curso e dava tempo para sentar no alpendre e trocar bons dedos de prosa. Quando faltava um “cadinho” de alguma coisa para finalizar a receita era só se aproximar do muro da vizinha, que geralmente era baixo e não dispunha de grades, e pedir socorro; que depois, certamente era retribuído com o carinho em um prato de quitute delicioso. As crianças brincavam na porta de casa até o entardecer. Os jovens se reuniam para estudar, ouvir música e promover festinhas nos fins de semana. Copa do mundo, festa junina, carnaval, tudo era motivo para que os vizinhos se unissem e organizassem uma festança. A vizinhança era sim extensão da família; todos se conheciam, se queriam bem, se desentendiam, mas no fim das contas estavam sempre juntos, nos bons e nos maus momentos.
Hoje, nem mesmo as pequenas cidades interioranas conseguem reeditar essa história. Os rigores da vida contemporânea no seu ritmo frenético e impessoal mudaram radicalmente o rumo da prosa. Dentro do próprio núcleo familiar a conjuntura se desconfigurou bastante; pais e filhos padecem entristecidos por não poderem compartilhar as refeições conjuntamente, não disporem de tempo suficiente para conversar sobre importâncias e frivolidades, não estarem à disposição uns dos outros sempre que precisassem. Do lado de fora do portão, que hoje é alto, com cerca elétrica e interfone, a situação é ainda pior. Nossos vizinhos, ressalvo raríssimas exceções, não vivem por décadas entre nós; a mudança opcional ou imposta pelas circunstâncias da vida fez deles figuras errantes e dificultou a fiação dos laços de amizade e companheirismo. Cada um correndo atrás de “matar o seu leão por dia” e o silêncio impositivo do cansaço e dos milhares de afazeres foi minguando gradativamente as conversas. Mesmo nos grandes condomínios, a dificuldade em se conhecer os vizinhos do próprio andar é assustadora.
Para não agravar ainda mais o panorama fomos nos acostumando a conviver superficialmente dentro dos círculos que compõem a nossa rotina: trabalho, escola, academia, clube, botequim... Mas, nem de longe, nada que consiga de fato resgatar o que fora esse tempo, no qual o ser humano era o centro da história. Nesse novo modelo de convivência não só a brevidade das horas compartilhadas estraga o fluir das emoções e do sentimento fraterno; mas, o grau de materialismo que muitas pessoas estabelecem para conviver. Com base nos estereótipos fixados pelos bens de consumo, eles determinam quem pode ou não pertencer ao “grupo”; nada de ressonâncias humanas é levado em conta para a vida contemporânea. Ah! E se você por ventura encontrar com algum amigo daqueles bons tempos, muito cuidado com um eventual discurso nostálgico! É que muitos deles fizeram questão de apagar essas recordações, como se elas pudessem de alguma forma representar um risco a sua sobrevivência na contemporaneidade; então, tocar nesses assuntos os deixa profundamente desconfortáveis, arredios e, até mesmo, agressivos. Infelizmente, você poderá inclusive perder o amigo dependendo do caso.
Sem que nada fosse escrito e estabelecido formalmente como regra para viver nos dias de hoje, houve sim um rechaçar coletivo ao passado, impingindo a ele uma conotação piegas e fora de moda. Cada tempo tem os seus altos e baixos, suas marcas positivas e negativas, e justamente por isso não podem se perder ou serem sepultadas como se a vida tivesse que recomeçar sempre da estaca zero. O ser humano é por essência um livro de memórias, de registros que o destaca nas suas singularidades. O agir da forma com que tem sido manipulada a sociedade contemporânea já tem mostrado a que ponto chegou a sua perversidade: famílias que não conhecem a sua história além de avós e tios, idosos que apesar de terem alcançado uma expectativa de vida mais longa continuam a ser maltratados por seus familiares e explorados na sua força de trabalho e remuneração, a falta de diálogo entre as pessoas chegou a limites intoleráveis de violência e a intolerância ao ser humano alcançou todos os segmentos sociais, enfim...
Aqueles tempos eram bons porque simplesmente éramos humanos; cheios de defeitos e qualidades, mas sem armaduras e dispostos a viver as alegrias e desventuras do dia, na esperança que a noite nos desse abrigo e nos restaurasse os ânimos para um novo ciclo. Essa saudade que se apresenta no pulsar doído da decepção, da desesperança, da falta de razões para acreditar num resgate humano, talvez seja maior pelo fato de que essa metamorfose em nome do progresso, na verdade não precisava ter acontecido. A adaptação a qual o ser humano é submetido ao longo de sua existência não implica na necessidade de transformar os seus valores, os seus princípios, as suas virtudes. Quando você aceita se submeter a essa invasão da sua alma, você deixa de reconhecer a sua própria imagem e passa a vagar sem rumo, sem pouso, subserviente a tantas outras imposições que se apresentem.

quinta-feira, 24 de março de 2011

1.000º CLIQUE


Com apenas 07 meses de existência este blog atingi o  1.000º clique. Hoje, mais do que ontem,  constato que a internet continua crescendo e se tornando uma ferramenta indispensável no cotidiano das pessoas em todo o planeta. A internet é uma rede bem antiga (começou em 1969 com o nome de Arpanet) que, de repente, se tornou moda, necessidade e revolucionou hábitos e costumes.

A internet não tem dono, não tem presidente, não tem sede e nem limites geográficos. Estatística dão conta de que hoje mais de 1,96 bilhão de pessoas fazem uso da internet. Consultando-se o link
 http://www.cristianolopes.com/news/brasil-e-o-oitavo-pais-com-maior-numero-de-internautas-no-mundo/ verificaremos que o Brasil o ocupa a oitava colocação em número de internautas no mundo.

Agradeço aos internautas que contribuíram com seus cliques para que fosse possível atingir o que considero o expressivo número de 1.000 cliques.


Paz Profunda!

terça-feira, 22 de março de 2011

De Jorge Hessen: "RUGIDOS DA NATUREZA"

Por mais difícil que seja o inevitável processo da seleção final dos valores éticos da sociedade, não podemos esquecer que Jesus é o Caminho que nos induz aos iluminados conceitos da Verdade, onde recebemos as gloriosas sementes da sabedoria, que dominarão os séculos vindouros, preparando nossa vida social para as culminâncias do amor universal no respeito pleno da vida do Planeta. 
Jorge Hessen

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Dito isto, sugiro a leitura do artigo publicado no link

quinta-feira, 17 de março de 2011

21 DE MARÇO 



DIA INTERNACIONAL DE LUTA PELA ELIMINAÇÃO DA DISCRIMINAÇÃO RACIAL


Depois de ter respondido, em Curitiba, nos estúdios da TVWEB MLB do Brasil, as perguntas formuladas na I parte daquela entrevista que envolveram a homofobia e outros temas, tidos como polêmicos ou considerados tabus pela sociedade. Tendo vista o teor de algumas mensagens recebidas e o de algumas conversas foi um estímulo para que eu compilasse um artigo abordando A DISCRIMINAÇÃO. Atenção críticos o fato de não ser contra ou favor, isto é, não significa que fiquei em cima do muro para agradar gregos e troianos. Procuro entender as razões de algumas reações e atitudes praticadas por alguns seres humanos. Simplesmente, sem abrir mãos das minhas próprias convicções, procuro respeitar os meus semelhantes e as minorias. E o faço sem querer ser o dono da verdade e, muito menos, os desafio com exacerbadas críticas. O leitor não concorda? Respeito o seu direito e reservo-me não partir para o confronto. Considero tal atitude como uma ótima estratégia para não criar desafetos.

Aproveito o dia Dia Internacional contra a Discriminação Racial celebrado no dia 21 de março - refere-se ao Massacre de Shaperville, instituído pela Organização das Nações Unidas – ONU – para relatar que naquele fatídico de 21 de março de 1960, em Joanesburgo, na África do Sul, ocasião em que 20.000 pessoas que faziam um protesto contra a Lei do Passe, que obrigava a população negra a portar um cartão que continha os locais onde era permitida sua circulação. Mesmo tratando-se de uma manifestação pacífica, a polícia do regime de "apartheid" abriu fogo sobre a multidão desarmada resultando em 69 mortos e 186 feridos.
Inicialmente, trago as palavras do Superintendente Estadual de Direitos Individuais, Coletivos e Difuso, Claudio Nascimento que apresenta um mapa da homofobia no Estado do Rio de Janeiro apontando que, dos 92 municípios, 42% tiveram alguma ocorrência de violência contra homossexuais notificada. Depois da capital, a Baixada Fluminense, com 15,1% dos casos, é onde há maior número de registros. Nessa região, Comendador Soares está no alto da lista, com 21,3% das situações levantadas. E conclui: "Esses dados mostram que a discriminação homofóbica está presente em todo o Estado do Rio de Janeiro e os dados estatísticos poderiam ser ainda maiores, se não fosse o medo." A sociedade deveria transformar o ciclo vicioso da discriminação num ciclo de cidadania ou antidiscriminização. Explicou Nascimento.
Segundo o estudo, homens entre 30 e 39 anos são os que mais sofrem preconceito. O matizado da discriminação apresenta como alvo a maioria das ocorrências, entre lésbicas, estudantes e donas de casas. Algumas ocorrências ocorrem por injúria, ameaça e furto.

O Combate a discriminação é um desafio na tomada de medidas significativas para lutar contra práticas habituais discriminatórias. Muito embora o foco seja uma motivação racial, esquecemos, com frequência, o sofrimento coletivo provocado pelo racismo quotidiano, ou melhor, pelo sectarismo banal. Com ocorrências e insultos, a cobertura dos crimes pelos meios de comunicação social ou a polícia, até as desigualdades na prestação de serviços públicos, o tratamento injusto de grupos étnicos ou raciais não só é comum nas nossas sociedades como é, frequentemente, aceito passivamente. É inegável que este tipo de racismo quotidiano subsiste. Mas é escandaloso que ninguém o conteste. Consequentemente, não devemos tolerar que esta discriminação insidiosa se instale na vida quotidiana. Nem nos podemos resignar a considerá-la um atributo lamentável da natureza humana. Nenhum de nós nasceu para odiar. A intolerância aprende-se e, portanto, é possível desaprendê-la. As garantias jurídicas são uma parte fundamental desta luta, mas a educação deve estar em primeiro plano. A educação pode favorecer a tomada de consciência e cultivar a tolerância. Deve começar em casa – onde, afinal de contas, têm origem muitas das atitudes racistas -- continuam na escola e são integradas no nosso discurso público. Nesta luta contra a intolerância, os cidadãos devem ser simultaneamente professores e alunos.

A ONU, através dos seus programas de sensibilização, da elaboração de legislação internacional e da sua função de vigilância dos direitos, tem um papel importante a desempenhar, devemos nos unir nesta luta. O êxito desta luta depende da denúncia da intolerância “comum” por parte dos cidadãos comuns. São eles que se devem recusar a tolerar os atos discriminatórios na vida quotidiana. São eles que devem fazer compreender que a discriminação não pode ser “banalizada”. E são eles que mais têm a ganhar com uma sociedade assente nos direitos e respeito de todos.

A discriminação é definida como um tratamento desigual, favorável ou desfavorável, dado às pessoas em função de suas características raciais, sociais, religiosas, de gênero etc. O dicionário Aulete – versão internet – apresenta várias correntes de discriminação que bem demonstram a abrangência da palavra. Vejamos:
Discriminação de preços - Econ. Atribuição de diferentes preços para compradores diferentes de um mesmo produto. Por exemplo, na zona sul do Rio um preço na zona norte outro preço. Com significativas variações.
Discriminação genética - Soc. Atitude discriminatória para com candidato a algo com base em informações de caráter genético sobre mesmo.
Discriminação positiva - Pol. Soc. Conceito ou ação, medida, política etc., oficial ou particular, genérica ou específica, que visa a criar uma discriminação (desigualdade de tratamento, de oportunidades, de acesso a direitos e benefícios etc.) entre grupos econômicos, sociais, étnicos, culturais etc., de modo a beneficiar grupo que tenha sido ou esteja sendo prejudicado por sistemas ou situações de desigualdade, ou restrições discriminatórias anteriores. Diferente de ação afirmativa, que visa apenas à eliminação dos fatores discriminatórios negativos. Exemplo. de discriminação positiva é o sistema de quotas étnicas no acesso a universidades.
Discriminação racial - Atitude e política de isolar, numa sociedade, os elementos pertencentes a uma minoria étnica.

Mesmo considerando que o currículo vitae é apenas uma peça de marketing não coloque fotografia, número de documentos e assinatura. O currículo deve ser bem escrito, isto é, sem erros.

Sejamos menos hipócritas, falsos, dissimulados e discriminatórios. Sem querer adentrar no campo da polêmica, convido o leitor a realizar um exame de consciência da própria família. Será que todos são "certinhos"? Será que nenhum dos integrantes do seu grupo social NUNCA foi contaminado pelo jeitinho do em tudo querer levar vantagem, isto é, pela Lei de Gerson? E aqui transcrevo o encontrado na WIKIPEDIA sobre a Lei de Gerson: Na cultura brasileira, a Lei de Gérson é uma "lei" não-escrita na qual a pessoa que "gosta de levar vantagem em tudo" segue, no sentido negativo de se aproveitar de todas as situações em benefício próprio, sem se importar com questões éticas ou morais.
A expressão originou-se em uma propaganda, de 1976, para a marca de cigarros Vila Rica, na qual o meia armador Gérson da Seleção Brasileira era o protagonista. A propaganda dizia que esta marca de cigarro era vantajosa por ser melhor e mais barata que as outras, e Gérson dizia no final: - Gosto de levar vantagem em tudo, certo? Leve vantagem você também.
Muito embora, mais tarde, o jogador tenha se arrependido de ter sua imagem associada ao anuncio, visto que qualquer comportamento pouco ético foi sendo aliado ao seu nome nas expressões Síndrome de Gérson ou Lei de Gérson. O diretor do comercial, José Monserrat Filho declarou: "Houve um erro de interpretação. O pessoal começou a entender como ser malandro. No segundo anúncio dizíamos: “levar vantagem não é passar ninguém para trás. É chegar na frente”, mas essa frase não ficou. A sabedoria popular usa o que lhe interessa. Nos anos 80 começaram a surgir sujeiras, escândalos e as pessoas começaram a usar a "Lei de Gérson".

Voltando ao tema principal aproveitamos para mencionar que O Estatuto da Igualdade Racial é considerado um marco histórico.
Facilmente, verificaremos que a discriminação nos mais variados sentidos existe. Ainda em nosso país, há poucos anos, foi aprovada a LEI MARIA DA PENHA, como resultado da grande luta pelos direitos da mulher, garantindo bons tratos dentro de casa, para que não sejam espancadas por seus "companheiros" ou que sirvam como escravas sexuais dos mesmos. Vale lembrar que com a reforma da Constituição de 1932, as mulheres brasileiras ganharam os mesmos direitos trabalhistas que os homens, além de conquistarem o direito ao voto e a cargos políticos no executivo e legislativo.
Nem tudo é eterno... A mão pesada do "destino", vez por outra, marca a "cabeça" de muitas pessoas. Alguns comportamentos discriminatórios, lentamente, começam a ruir. "Muitas pessoas não valorizam o que é banal". Todos somos iguais e estamos destinados a um incerto futuro no tempo e no espaço: a morte.

Para acabarmos com a discriminação necessário se faz tenhamos uma boa formação através da educação e que não sejamos escravos de ilusões. Mas, como reverter tal situação se muitas famílias vivem em frente à televisão, longe da realidade e desprovidas de algo maior. Assim, inocentemente, se tornam vítimas de uma enorme "armadilha". Algumas pessoas se enchem de calafrio diante de atitudes, atos ou ações que ferem o brio e a dignidade humana. Outras não estão nem aí.

Muito embora sejamos um país carente na consecução de políticas públicas. Isto não é motivo para fazermos o papel de bobo. Onde imperar a esperteza e a malandragem existirá vertentes da discriminação. Será um ambiente onde prosperará a baixeza ou onde pessoas protagonizam atos/ações/atitudes sem critério e ética e, portanto, não muito louváveis e, normalmente, vulgares. Será correto os meios justificarem os fins. Tudo isto causa um desserviço, um mal exemplo para a juventude que precisa de esperança, educação. A banalidade unida à mediocridade faz com que a cultura seja um artigo raro no cardápio cidadania e, portanto, pouco consumido.

Os amantes da educação e dos bons costumes envidam esforços no sentido de não se deixar "emburrecer/embrutecer". Temos que nos livrar das atitudes discriminatórias. Atitudes que não são privilégio brasileiro e, sim, estão enraizadas no conjunto dos mais variados valores intelectuais e morais, das tradições e costumes de algum ou outro povo, nação, lugar ou período específico. Mesmo uma velada discriminação define uma realidade vivenciada por alguns e muitos habitantes no Planeta Terra e que, vez por outra nem nos danos conta. Sugiro ao leitor que veja o vídeo YOU TUBE: Se ela dança eu Danço - A Morte do Cisne por John Lennon da Silva no link http://www.youtube.com/watch?v=KGN6oQmhKck Permito-me antecipadamente chamar a atenção dos leitor para os comentários feitos antes da apresentação. Bem como o vídeo publicado em  http://www.youtube.com/watch?v=lg3tIERI-D4) de autoria da aluna do terceiro ano de Ciência Política da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Lá se vão mais de 60 anos. Lembro-me do tempo de criança... Quando na cidade acampava um grupo de ciganos era aquele disse-que-disse... E aqui nos deparavámos com a cruel discriminação de etnia. Lembro-me quando um casal se separava... a "ex" vinha em nossa direção a orientação era trocar de calçada. E aqui nos deparamos com o fato de que se fosse hoje não haveria calçada que bastasse para atender a tal demanda.

Dito isto, deixo em suspenso a seguinte pergunta: - Será válido afirmar que algumas atitudes discriminatórias estão enraizadas no início da formação de muitas pessoas e, chegam a constituírem uma tradição? Eu, particularmente, prefiro ficar com a certeza das fantásticas transformações do amanhã... Prefiro mais, não me deixar levar pela fraqueza ou a dissimulação que se esconde nos meandros discriminatórios. Prefiro não medir esforços para vencer as paixões ignóbeis que desonram o ser humano e que atormentam as grandes afeições que concebem ideias sólidas de bondade e de virtude que regulam os princípios da moral e do equilíbrio da força e da sensibilidade que constituem a sabedoria e a ciência da vida. É um penoso trabalho. Trabalho que persisto em realizar. Afinal depois do temporal vem a calmaria; depois das revoluções o progresso e a estabilidade das instituições, bem como a liberdade de pensamento. E, preciso laborar o meu caráter, o meu pensamento, as minhas ações e reações para fazer progressos, em termos globais humanitários no avançar coletivo. Sem sombra de dúvidas encontrarei delongas e obstáculos. Enquanto vida tiver tenho que apostar num novo despertar de usos e costumes que fique a certeza de que: "Não seremos elevados a um estado superior, enquanto alimentarmos pensamentos de ódio, inveja, ciúme, vingança ou ressentimentos". F.R.C

Thomas Hobbes, referindo-se à ferocidade manifestada de um indivíduo para outro, disse que — "o homem é o lobo do próprio homem ". Embora o pensamento tenha provido de um filósofo inglês, no século XVII, é tragicamente verdadeiro o que disse. Atualizadíssimo para os nossos dias se aplicarmos, num sentido figurado, ao tema proposto: a discriminação. Em contrapartida, as palavras de Martin Lutter King encerram uma grande verdade: “O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-carácter e nem dos sem-ética.
O que mais me preocupa é o silêncio dos bons!

O sonho de Martin Luther King era tão simples, como isto: "Eu tenho um sonho (...) que os meus quatro filhos vivam um dia numa Nação, onde não sejam julgados pela cor da pele, senão pela sua personalidade".
Comemoremos o Dia Mundial da Luta contra a Discriminação Racial, adotando uma postura mais livre e menos reservada. Observe em seu redor. Verá que, somos todos iguais. Ao constatar este fato, o primeiro passo está dado para que a sociedade descanse à luz da igualdade dos direitos, não só na teoria, mas, em especial na prática... Indubitavelmente o dia 21 de Março – DIA INTERNACIONAL DA LUTA CONTRA A DISCRIMINAÇÃO RACIAL serve de catapulta para que se firmem discussões que visem à diminuição de tantos outros preconceitos que atravancam uma vida justa e perfeita entre alguns seres humanos.

Abordar a discriminação envolve um sem número de situações. O assunto é polêmico. A Discriminação Racial existe, ainda que seja camuflada suavemente. Sugiro um giro em http://www.dialogoscontraoracismo.org.br/

A Lei nº 7.716/89 define os crimes de preconceito de raça ou de cor. Bastará que a vítima comunique o crime à autoridade policial para que este tome as providências legais cabíveis. A prática de racismo poderá ser enquadrada, também, como crime de injúria real, previsto no art. 140, § 3º, do Código Penal. Neste caso, a ação será privada e a vítima deverá contratar advogado e ingressar com o processo dentro do prazo de seis meses, a contar da data que ocorreu o crime. Entretanto, melhor um bom acordo do que uma boa demanda. Portanto, chega de discriminação, vulgaridades e apelos. Abaixo a discriminação!

E você leitora e leitor a discriminação faz ou não parte da maneira com que encaras a vida e/ou os teus semelhantes?

Bibliografia:
Fonte de consulta internet.

sábado, 12 de março de 2011

ALDRAVIA...

O que é aldravia?

Trata-se de um poema sintético, capaz de inverter ideias correntes de que a poesia está num beco sem saída. Essa forma nova demonstra uma via de saída para a poesia – aldravia. O Poema é constituído numa linométrica de até 06 (seis) palavras-verso. Esse limite de 06 palavras se dá de forma aleatória, porém preocupada com a produção de um poema que condense significação com um mínimo de palavras, conforme o espírito poundiano de poesia, sem que isso signifique extremo esforço para sua elaboração.


Aldravias publicadas por outros poetas:

http://www.jornalaldrava.com.br/pag_aldravias.htm



ALDRAVIAS

de

Andreia Donadon Leal



1

Lampejos

metonímias

via

de

poesia

aldravias



2

Aldravias

buscam

continentes

em

longínquas

porções



03

Poetar

dar

aldravias

às

palavras



04

Aldravia

não

é

provérbio

é

pro-verso




05

Jaz

utopia

na

poesia

da

contemporaneidade





06

Poema


foi

sem

receituários

apelativos





07

Im-pulso

poético

choque

estético

inicial



08

Cheirar

poesia

eis

o

meu

vício



09

Injetar

doses

de

poesia

no

pulso



10

Um

dia

morrerão

todos

os

imortais





11

Levantei

vinte

vezes

para

respirar

noite





12

Estética

kantiana

crítica

de

juízo

inalcançável



13

Necessidade

aspirar

poesia

todos

os

dias



14

Que

segredo


na

razão

?



15
Salto

de

cova

nascimento

do

artista





16

Em

extinção

última

flor

do

Lácio





17

Odiar

nem

em

última

instância



segunda-feira, 7 de março de 2011

DIVULGAÇÃO...

A VIDA É AMOR
(Carvalho Branco)

O tempo avança, a história passa...
Se nosso físico envelhece,
vencemos o tempo na raça
e na alma o amor só cresce...

A história volta, se repete:
nos filhos, a vida projetada;
os netos vêm, “pintam sete”,
nós avós damos risada...

A vida é moto contínuo,
é fênix desabrochada;
cada um tem seu destino,
rota a ser reprogramada...

Dentro do ser, o amor primaz
lateja, pulsa, vibra, acontece!
Seu sentir nos causa paz,
é qual o evolar de uma prece!

Esse amor nos incentiva
a prosseguir no caminho
- mente ágil, força ativa,
fonte de ternura e carinho...

É como ter gerador
da Luz Divina no ninho:
quando, aos céus, um dos dois for,
o outro cantará qual passarinho

para alegrar o ente amado.
Esse hino de amor melodioso
lá nos céus será cantado
num lindo dueto amoroso!

Não há tempo nem espaço
que separe dois amantes;
o amor, por si, é eterno laço,
não frágil como barbantes...

Enlaça dois num abraço,
faz, de pigmeus, uns gigantes.
De união, será sempre traço,
como um toque de berrantes!...
Carvalho Branco (Marilza Albuquerque de Castro)

quinta-feira, 3 de março de 2011

PARA MEDITAR...

Para meditar palavras do publicitário Duda Mendonça:

"Sou brasileiro e não desisto nunca."

Para completar as palavras de Chico Buarque de Holanda:

"Não falo grosso. Mas, também, não falo fino. Com todos falo manso e respeitosamente."